Ninguém me disse que haveriam dias como hoje, como preencher este vazio ???
É só uma tristeza que tomou conta de mim e ocupou todo o espaço, em que ia dia existiu a esperança de algo novo, lindo, que me fez muito feliz.
E agora ??
Mas uma semana que se passa e eu não percebi, mais uma sexta-feira pra me encher de esperanças.
Ái, ando tão mulherzinha estes dias... shit!
sexta-feira, 27 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Sonhos que podemos ter...
Como eu consegui ficar tanto tempo sem escrever, nem eu sei. Neste tempo tanta coisa aconteceu: doença em família, pessoas queridas que se foram, outras mostraram que tem garra para lutar.
Encontrei pessoas lindas que hoje fazem parte da minha vida e que me dão forças para continuar caminhando.
Revi pessoas que fizeram parte da minha história, que se mostraram lindas na época e continuam lindas hoje, tantos anos depois. O tempo passa mas a essência de algumas pessoas se mantém.
Realizei sonhos, muitos deles. Alguns deles eu pedi para não ser acordada, por não achar que poderiam ser reais, mas eram. Decepcionei-me muito, a ponto de me perguntar se não teria sido melhor tê-los deixado apenas na esfera dos sonhos. Dói. Deve ser isso que chamam viver.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Cuidado com o mofo...
Nos idos de mil novecentos e pisei na lama do dilúvio, as casas quando tinham uma TV já era o must.
Você ligava o transformador , que era tão silencioso quanto um motor à diesel e a TV, uma hora antes do seu programa favorito começar. Em um dado momento, surgia uma voz do além e se tudo desse certo, tempos depois a imagem.
Assim você conseguia ver o jornal e no máximo a novela das 8, que naquele tempo começava as 8.
Claro que isto exigia um pouco de concentração, já que o som era péssimo, a TV preto e branco e tinha o transformador, que ninguém tira da minha cabeça diesel. E logo depois, tudo esquentava muito e eu tinha a impressão que ia ouvir: “ esta josta se auto-destruirá em 5 segundos.”
Assim sendo, quem era o companheiro inseparável da mami ?? Isto mesmo: o rádio de válvulas. Era outra maravilha da engenharia. Você ligava e quando as válvulas esquentavam você conseguia ouvir seu programa favorito.
E nós, pobres crianças indefesas, éramos acordados de madrugada com meu pai ouvindo Zé Betio que gritava: dona de casa, joga água nele!!!
Meu pai ia para o trabalho e ato contínuo ( parece coisa de policial em BO) minha mãe assumia o poder e ouvia o não menos famoso Gil Gomes.
Alíás, eu passei anos tentando descobrir o que ele falava, pra entender que o chavão era: Gil Gomes lhes diz: Bom dia! E eu achando que o sobrenome dele era Lhesdiss.
Eu me lembro perfeitamente da mami, lavando roupa, louça a gente do lado e ela ouvindo o bendito programa. Era hilária a forma como o cara contava os crimes.
O que importa é: é que o grande medo da minha mãe era o Gil Gomes. Assalto?? Atropelamento?? Morte ?? Não! Gil Gomes.
Certa feita ( ó fui longe agora), ele narrava um homicídio.
A pobre criatura tinha sido encontrada morta dentro da casa. E dá-lhe Gil Gomes narrar: a mulher usava um hobby manchado, a calcinha tinha um nó no elástico, sutiã tinha vários furos. E a desgraça só aumentava.
Eis que mami, solta um: pqp!! Nunca mais saio de casa com calcinha, sutiã furado!!!
Eu virei pra minha mami e disse: Mas e se você morrer em casa ???
Outro PQP!! Audível até no bairro vizinho.
Desde então, calcinhas com furo, meias idem e calcinhas que não combinassem com o sutiã deixaram de fazer parte de nossas vidas.
E tenho dito!!!
Você ligava o transformador , que era tão silencioso quanto um motor à diesel e a TV, uma hora antes do seu programa favorito começar. Em um dado momento, surgia uma voz do além e se tudo desse certo, tempos depois a imagem.
Assim você conseguia ver o jornal e no máximo a novela das 8, que naquele tempo começava as 8.
Claro que isto exigia um pouco de concentração, já que o som era péssimo, a TV preto e branco e tinha o transformador, que ninguém tira da minha cabeça diesel. E logo depois, tudo esquentava muito e eu tinha a impressão que ia ouvir: “ esta josta se auto-destruirá em 5 segundos.”
Assim sendo, quem era o companheiro inseparável da mami ?? Isto mesmo: o rádio de válvulas. Era outra maravilha da engenharia. Você ligava e quando as válvulas esquentavam você conseguia ouvir seu programa favorito.
E nós, pobres crianças indefesas, éramos acordados de madrugada com meu pai ouvindo Zé Betio que gritava: dona de casa, joga água nele!!!
Meu pai ia para o trabalho e ato contínuo ( parece coisa de policial em BO) minha mãe assumia o poder e ouvia o não menos famoso Gil Gomes.
Alíás, eu passei anos tentando descobrir o que ele falava, pra entender que o chavão era: Gil Gomes lhes diz: Bom dia! E eu achando que o sobrenome dele era Lhesdiss.
Eu me lembro perfeitamente da mami, lavando roupa, louça a gente do lado e ela ouvindo o bendito programa. Era hilária a forma como o cara contava os crimes.
O que importa é: é que o grande medo da minha mãe era o Gil Gomes. Assalto?? Atropelamento?? Morte ?? Não! Gil Gomes.
Certa feita ( ó fui longe agora), ele narrava um homicídio.
A pobre criatura tinha sido encontrada morta dentro da casa. E dá-lhe Gil Gomes narrar: a mulher usava um hobby manchado, a calcinha tinha um nó no elástico, sutiã tinha vários furos. E a desgraça só aumentava.
Eis que mami, solta um: pqp!! Nunca mais saio de casa com calcinha, sutiã furado!!!
Eu virei pra minha mami e disse: Mas e se você morrer em casa ???
Outro PQP!! Audível até no bairro vizinho.
Desde então, calcinhas com furo, meias idem e calcinhas que não combinassem com o sutiã deixaram de fazer parte de nossas vidas.
E tenho dito!!!
terça-feira, 17 de julho de 2007
Pedofilia não é exclusividade da Igreja, diz Vaticano
Era só o que faltava, além de tudo querer exclusividade...
Acontece sim, em qualquer lugar ou crença, mas para todos é crime. Especialmente para vocês que pregam a abstinência sexual.
Acontece sim, em qualquer lugar ou crença, mas para todos é crime. Especialmente para vocês que pregam a abstinência sexual.
Cada uma...
Não sei o que me cansa mais: Ver o Lula fazer biquinho por ter sido panamericanamente vaiado, ou o Renan tentando explicar batom na cueca.
Hoje foi demais: temendo que a PF seja autorizada a periciar a documentação apresentada em sua defesa, ele quer que a perícia se limite a veracidade dos documentos e não a sua validade fiscal. Qual é Renan ??? todo mundo tem cara de bobo ou seu medo é que se descubra o óbvio ???
Quanto a você Lulinha, se a festa fosse sua na Granja do Torto, ou no Palácio da Alvorada, duvido que alguém iria vaiar suas aparições. Ou será que você acredita nas pesquisas de opinião onde a maioria aprova seu governo ???
quinta-feira, 28 de junho de 2007
I´m back!
Eu tenho compulsão por escrever. Para mim é a forma mais fácil de desabafar, não pirar e nem precisar de analista.
Deixei o mundo dos blogs há um tempo, quando achei que minha vida estava ficando exposta demais. Na época, todos na net queriam ser anônimos, talvez o anonimato favoreça os esquizofrênicos internautas, mas como a minha loucura é sabida por todos, cá estou eu de volta.
Vejamos quanto tempo leva, até eu cometer outro "blogcídio".
Deixei o mundo dos blogs há um tempo, quando achei que minha vida estava ficando exposta demais. Na época, todos na net queriam ser anônimos, talvez o anonimato favoreça os esquizofrênicos internautas, mas como a minha loucura é sabida por todos, cá estou eu de volta.
Vejamos quanto tempo leva, até eu cometer outro "blogcídio".
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